quinta-feira, 11 de agosto de 2016

FORA TEMER!




Foi necessária uma decisão judicial para que militares da Força Nacional e policiais de todas as forças, nacionais e internacionais, parassem de reprimir e prender aqueles que ostentam faixas com Fora Temer nas Olimpíadas. Policiais e militares não conhecem a Constituição brasileira, ou, se a conhecem, fazem como os deputados, senadores e membros do $TF: não a respeitam. A tantas vezes rasgada Constituição de nada mais serve. Para os direitos civis? Estão retirando todos, um por um. Foi-se o estado de direito. Entramos nos estado da ilegalidade legalizada. 

   Só nos resta gritar Fora Temer. Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! 

   Há aqueles que não gostam de gritar Fora Temer. Preferem chamar Temer & Quadrilha, senadores e deputados, policiais e militares e militares policiais de fascistas. Eles até gostam, chamar fascista de fascista é elogio. Outros substituem o Fora Temer por Fora Moro. Parece-me mais lógico, afinal o Moro é o verdadeiro golpista, e Temer é o seu ratinho de estimação, embora PT e aliados não gostem que se critique o Moro, pois vá que a Lava Jato dê uma virada e a Dilma, na última hora, escape de ser caçada pelos fascistas mais fascistas, o Temer pede demissão e vai para as Bahamas, o pessoal do $TF se suicida de tanto comer caviar, senadores e deputados fazem confissão de culpa e dizem que foi tudo uma brincadeirinha para matar o tempo e Dilma reassume como presidente ou presidenta, para gáudio de seus enternecidos seguidores e a primeira coisa que faz é vender a Petrobrás para acalmar os ânimos do Mercado. Quanto ao povo... 

   Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! 

   Te flagra, Temer. Fora! Todo o poder emana do povo, diz a Constituição. Qual a Constituição? Aquela, e todas as outras. Não é pela Dilma, é por nós, o povo. Ela que vá comer caviar com o $TF, o Levy, o Mercadante e os Três Porquinhos, e devolva o poder ao povo. Não dá? Não é assim que funciona? O povo precisa de representantes, de tutores, de senhores, de amos, de patrões? 

   Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! 

   Vai embora, Temer. Fora! Ninguém mais te quer por aqui. Vai catar coquinhos, vai ver se estou lá na esquina. Xô! Desinfesta! Não dá pra te agüentar, estrupício! Vai passear na Disney. Vai jogar Pokemon Go. Vai! 

   Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer! Fora Temer Fora Temer! Fora Temer! 

   Que pouca vergonha! Que falta de dignidade! Nem como o interino mais vaiado do mundo tu te decides a ir embora. O mundo inteiro está envergonhado por ti, Temer. Já conversei com pessoas que, ao pronunciar o teu nome, tapam o rosto; outras, vão imediatamente lavar a língua com sabão bem grosso. Virou nome feio, palavra de baixo calão. Temer? Jamais! 

   Este não é um país de temerosos, aqui se luta por um pedaço de pão; vive-se e morre-se, principalmente morre-se, com a crença de que este é o país do futuro. Só que o futuro está muito distante, e com pessoas como tu no governo ficou ainda mais longe. Pessoas que moram em palácios e vivem de festa em festa, enquanto planejam a maneira de oprimir ainda mais o povo que não os elegeu. E somente estão no poder porque são protegidas por forças golpistas armadas contra o povo desarmado. Que vergonha! Que falta de brio, de honestidade, de compostura, de pudor, de decência e até de amor-próprio. 

   FORA TEMER!

quinta-feira, 4 de agosto de 2016

O GOLPISTA CRISTOVAM BUARQUE




No blog “A.R.L.S. Duque de Caxias IX (http://arls2198.blogspot.com.br/2009/09/atuais-senadores-da-republica-macons.html) há o seguinte texto: “Maçons senadores da República – Álvaro Dias, Cícero Lucena, Cristovam Buarque, Jayme Campos, Mão Santa, Mozarildo Cavalcanti, Tião Viana e Valdir Raupp”. Para os que ainda não acreditam que Cristovam Buarque é golpista ou não entendem a razão de ele ter votado pelo impedimento de Dilma, aí está a resposta: Cristovam Buarque é maçom. 

   Ou seja, Cristovam Buarque é mais um que prescindiu do direito de livre pensador para aceitar a submissão a uma Obediência maçônica, a um Grande Oriente. Antes de tudo, Cristovam Buarque é um quadro da maçonaria, a instituição mais aparelhada do Brasil, que penetra em todas as demais instituições, consideradas secundárias, meros aparelhos utilizados de acordo com as circunstâncias políticas. 

   Maçons acreditam-se deuses e quando morrem, ao contrário dos profanos vão para o Oriente Eterno onde recebem faixas douradas, medalhas, tapinhas nas costas e simbólicos apertos de mão do Grande Arquiteto do Universo, que tudo vê com o seu olho imensurável. 

   Como gostam de repetir, os maçons fizeram a Revolução Francesa e são os responsáveis pelo período de terror que guilhotinou milhares de franceses em massacres nunca devidamente esclarecidos pelos historiadores maçons. Também são responsáveis pela troca do reino pelo império, com Napoleão, e do império pela volta do reino, com Luís XVIII, e, mais tarde, pelo retorno do império, com Napoleão III. 

   A Revolução Francesa guindou ao poder a burguesia e com ela o capitalismo e todos os seus males, um sistema político que preza unicamente a matéria e os bens materiais e despreza a sociedade, principalmente os pobres e miseráveis que são resultado do próprio capitalismo. 

   Os maçons brasileiros costumam afirmar que eles são os responsáveis pelo fim da escravidão negreira, o que é verdade. Graças aos nossos maçons, o Brasil foi o último país do mundo a abolir a escravidão, em 1888, e ainda assim devido à pressão da Inglaterra que detinha os títulos da nossa dívida externa, através dos maçons da casa Rothschild. Os ingleses descobriram que a escravidão dos assalariados dava mais lucro que manter grandes senzalas, e convenceram os maçons brasileiros a trocar os negros escravizados por negros, brancos e mulatos desempregados ou subempregados. 

   Ao lado da miséria, os grandes latifúndios, as oligarquias que substituíram as capitanias hereditárias, o capital retido em mãos de pequenos grupos que, como hoje, faziam grandes transações comerciais com os maçons imperialistas da Grã-Bretanha e dos Estados Unidos, trocando nossas riquezas por bens de consumo para as poucas famílias que herdaram o poder. 

   Os maçons também dizem que são os responsáveis pela proclamação da República. É verdade. São tão responsáveis que consideram a República como objeto próprio e dela fazem o que querem. Em 1889, um grupo de marechais e generais expulsou a família real para a Europa e proclamou ao povo perplexo que nada sabia das tramas palacianas que agora o governo era republicano. Foi o primeiro golpe de Estado. Depois, acostumaram. Nada mudou com a proclamação da República, com exceção dos donos do poder. Ao contrário, a miséria aumentou ainda mais e a repressão recrudesceu. 

   A República Velha maçônica caracterizou-se por uma sucessão de golpes de Estado, e assim continuou até que Getúlio Vargas, que não era maçom, liderou a revolução de 1930 e impôs uma ditadura com o apoio do povo e a favor do povo. Getúlio construiu o Brasil republicano. Devido a ele surgiram as leis trabalhistas e a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), e desejava tanto um país livre e soberano que foi deposto, em 1945, pelos generais maçons aliados do império estadunidense e britânico. Pensavam os maçons que eles não tinham proclamado a República para entregá-la ao povo profano. 

    E sempre que a massa ignara elegia um presidente da República a favor do povo, os maçons davam um golpe de Estado. O mais famoso foi o de 1964, liderado pelo maçom Golbery do Couto e Silva. O próprio Golbery, sob ordens dos maçons dos Estados Unidos, promoveu o que batizou de abertura lenta e gradual, nos anos 1980, que culminou com a volta das eleições pseudo-democráticas. Mas o povo não entendeu que deveria votar sempre nos fascistas, sob pena da volta da ditadura militar e quando Lula assumiu o poder, em 2003, os maçons recomeçaram a conspirar. O resultado é o Temer, o Serra, o Cunha, o STF amedrontado e Sérgio Moro representando o fascismo armado. 

   Os maçons são pessoas muito boas com outros maçons. Dizem-se filantrópicos e tomados por muitas virtudes que os vis profanos sequer imaginam. Para eles, os demais estão em demasia no mundo, e ajudam a promover guerras para que a multidão de esfomeados diminua - basta acompanhar as atividades da política externa dos Estados Unidos e de Inglaterra, países onde predominam os maçons em seus governos para que se perceba a verdade desta asserção. Liberdade, fraternidade e igualdade são as três virtudes teológicas maçônicas. Liberdade para fazerem o que bem entenderem, fraternidade entre eles e igualdade na divisão dos lucros auferidos com a exploração do povo. Pregam a tolerância, e toleram o quanto podem governos oriundos da vontade popular. Em seguida, dão golpes de Estado. 

   No Brasil, a maçonaria aparelhou todos os setores da vida pública. Vejam-se os elogios maçônicos a Sérgio Moro, o domínio da maçonaria nas casas legislativas e no Judiciário, as passeatas a favor da volta da ditadura militar promovidas por grupos maçônicos. Observem a maneira apressada como o luciferiano Michel Temer está entregando o que resta das riquezas nacionais a grupos multinacionais. Notem a presteza com que o maçônico governo que tomou o poder está tirando os direitos civis do povo brasileiro. 

   Portanto, não há porque se surpreender com o fato de Cristovam Buarque se revelar um golpista. É claro que parecia um democrata, mas é hábito dos maçons o uso de máscaras, capas, capuzes e outras parafernálias supostamente ocultistas. E esperem: pouco antes de expulsarem definitivamente a Dilma do governo, no dia 20 de agosto que foi proclamado Dia do Maçom pelo maçônico Congresso Nacional, Cristovam Buarque vai subir à tribuna para fazer o elogio da confraria ou seita da qual é um alegre e dependente quadro.

segunda-feira, 25 de julho de 2016

DITADURA





No início, acreditava-se que era um golpe parlamentar apoiado pelo $TF a atestar que o sistema não funciona a não ser que os três poderes que deveriam ser harmônicos e independentes se harmonizem sob um único pensamento político e percam a sua independência, o que configura ditadura. Acreditava-se que o golpe era algo passageiro, uma vez que não havia soldados e tanques nas ruas e não fora um general a tomar o poder, mas uma quadrilha liderada por um traidor, tendo a apoiá-la todas as maçonarias do império. Sonhava-se ingenuamente que os generais tomados por súbito espírito republicano, na omissão do Judiciário correriam e deporiam o usurpador, logo a seguir retirando-se para os quartéis, assim como aconteceu em Portugal, em 1975. 

   Outros propõem eleições gerais, acreditando que isso irá limpar o golpe de suas sujeiras, ingenuamente apoiando os golpistas a retirar do poder a presidente eleita legitimamente. E há aqueles que imaginam que o golpe tem prazo de validade, devendo extinguir-se quando da nova votação sobre o impedimento de Dilma, no Senado, momento em que a presidente, após muitos acordos e conchavos secretos, obterá o número necessário de votos para poder voltar a governar, refém de condições golpistas previamente estabelecidas. 

   Enquanto isso, o golpe continua, transformando-se gradativamente em ditadura. Os soldados foram substituídos por uma polícia fortemente armada e encarregada da repressão, das prisões inconstitucionais e dos cuidados ao governo formado por corruptos e ladrões. Nos golpes de Estado modernos em países onde o povo se mobiliza apenas para assistir partidas de futebol, prescinde-se do aparato militar tradicional. Basta a polícia para sufocar pequenas manifestações de movimentos que a cada dia diminuem, com grande parte de seus membros preferindo assistir novelas pasteurizadas. 

   Retiram-se os direitos sociais e o que acontece? Alguns deputados e senadores, muito interessados em obter votos para a sua reeleição, esbravejam nos microfones do Congresso Nacional; líderes de movimentos sindicais e afins mostram-se furiosos defensores do povo; partidos de “esquerda” com mínima penetração nas camadas populares condenam o golpe e colocam grandes artigos interpretativos da realidade nacional nos seus sites oficiais; blogueiros fazem piadas sobre a cara feia do Temer, o nariz do Aécio, a mulher do Cunha, a amante do FHC ou o entreguismo convicto do Serra. Tudo isso com resultado nulo. Golpe que se preza não se deixa assustar com gritos ou anedotas, além do quê os gritos são poucos, esparsos e repetitivos e caso se tornem mais fortes a robotizada polícia saberá o que fazer. 

    Não estamos na França, em Portugal, na Grécia, na Espanha, ou, mesmo, na Argentina, Chile, Peru, onde o povo sai às ruas dia e noite e não desiste após levar alguns jatos d’água e balas de borracha. Aqui, o povo é bom e pacato e faz manifestações com dia e hora marcados na internet. E depois se cala por um mês ou mais para dar espaço às tramas dos golpistas, que planejam entregar o país, que seria dos nossos filhos, para seus próprios filhos e afilhados nascidos em outros países. Muitos não gostam da palavra, mas o nome do que está acontecendo é ditadura.

terça-feira, 12 de julho de 2016

VERMES




“Gusanos” (vermes) é o apelido dado em Cuba aos contra-revolucionários. Todos aqueles que fugiram para Miami e outras cidades estadunidenses e de outros países e de lá fazem aberta propaganda contra o socialismo são considerados vermes, porque se arrastam aos pés do capital e desdenham da independência econômica e social do seu país. Seu projeto de vida é orbitar em torno do governo dos Estados Unidos e acatar as ordens ianques. São vermes porque tem um cérebro minúsculo, são individualistas e detestam o bem comum. São vermes porque rastejam. 

   Não é somente em Cuba que existem vermes subservientes ao império. No dia 9 de julho, a Argentina festejou os duzentos anos de sua independência do reino da Espanha. As Províncias Unidas do Sul, mais tarde Argentina, conquistaram a independência, declarada em 9 de julho de 1816, graças a luta de seu povo, liderada, principalmente, pelos generais Manuel Belgrano e José de San Martin. No entanto, duzentos anos depois, a Argentina continua dependente do capital estrangeiro devido à sucessão de golpes militares e de governos formados por vermes como Maurício Macri, que convidou o rei espanhol para o festejo dos duzentos anos e disse que os argentinos sentiam-se angustiados por terem conquistado a independência da Espanha. Não é o que pensa o povo argentino. Sabe-se que Macri foi eleito com o dinheiro de Washington e age como um domesticado verme. 

   Vermes é o que não faltam nos governos do Peru, do Chile e, mais ostensivamente, da Colômbia, que cedeu seu território a 8 bases militares dos Estados Unidos sob pretexto de combater a guerrilha, e o povo colombiano deixou-se dominar quase completamente pela propaganda fascista, ao ponto de eleger sucessivos vermes para a presidência de um país que já foi livre. A partir da Colômbia pretendem os Estados Unidos provocar guerras civis na Bolívia, Equador e Venezuela, contando com o apoio da oposição interna desses países formada toda ela – adivinhem? – por vermes. 

   Não seria muito fácil, caso não houvesse, do lado de cá da linha do equador, um grande país, com cerca de oito milhões de quilômetros quadrados e que recentemente teve o seu governo assaltado por vermes, com o apoio de vermes deputados, vermes senadores, vermes juízes e vermes policiais. Vermes. Não só assaltaram o governo como pretendem permanecer no poder indefinidamente – mesmo que seja através das fingidas eleições. Parte da população, formada por vermes que adoram carnaval, novelas, futebol e Disney e gosta de joguinhos virtuais, acha muito bonito os vermes governantes, que se pintam de azul, verde, amarelo e branco e ostentam uma faixa onde está escrito “Fascismo e Retrocesso”. 

   A maioria do povo, no entanto, sente-se ultrajada com o golpe dos vermes. Ultrajada, indignada e desiludida. Acreditavam que com eleições a cada dois anos os vermes seriam extintos naturalmente, e que isso se chamava democracia e na primeira oportunidade os vermes paparam a democracia com eleições e tudo. Pior: usam as eleições para se disfarçar de democratas. E prometem mais eleições. Eleições para derrubar a Presidente, eleições para impor um presidente-verme, eleições para deputados-vermes e senadores-vermes, eleições para prefeitos e vereadores, desde que a maioria de vermes fique garantida. Para isso contam com um povo que transformam, aos poucos, através de mutações eleitorais, em povo-verme. Em troca, carnaval, novelas, futebol e Disney. 

   Está provado que vermes só se sentem bem entre seus iguais. Jamais alcançariam a posição de vertebrados, ainda que, por milagre dos céus, lhes fosse dada essa oportunidade. Vermes detestam a independência; rastejam, e ao rastejar prestam obediência, ou continência, a animais maiores, como os porcos. Perceberam como o mapa dos Estados Unidos lembra um porco, assim como o do Brasil lembra um coração? Coração que está sendo comido pelos vermes.  

   Dizer que os vermes usurparam o poder no Brasil é hipertrofiar a realidade. Não poderiam fazê-lo sem que os porcos os dirigissem, ou teleguiassem. Um dia após a votação pelo impedimento de Dilma, na Câmara, o senador Aloysio Nunes, verme assumido, viajou aos Estados Unidos para receber ordens de seus amos, os porcos do império. No mesmo dia em que Dilma foi afastada do governo pelo Senado, o verme Temer formou o seu governo de vermes sob orientação direta dos porcos piratas norte-americanos. 

   E israelenses. Há, pelo menos, três sionistas no governo-verme de Temer: Raul Jungmann, Sérgio Etchegoyen e Ilan Goldjafan. Temer, cobra traiçoeira, quer privatizar tudo para que o país seja entregue definitivamente a seus chefes de outros países. Governar com independência não é da natureza dos vermes, preferem delegar poderes para que possam serpentear como desfibrados vassalos.
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